Estou iniciando um estudo p/ um novo projeto, e posto aqui esse vídeo lindo e inspirador, ser diferente é normal!
terça-feira, 27 de abril de 2010
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Hoje se fez passado...

Hoje o tempo parou, silêncio reflexivo...
Dia nublado, fatigado do homem
A melancolia latente percorre os corredores
Enquanto a menina vai levando consigo o colibri
Volte criança, ou leva-me contigo
Volto a ponto de partida
A menina sentada frente ao jardim da casa grande
Sonha com o futuro, olha para o céu, sempre o céu...
Brinca com as imagens formadas nas nuvens e sonha com o amanhã
Um amanhã viajante, errante, rumo à felicidade trazida pelo colibri
Um tempo onde os braços maternos estavam ao alcance
Ela olhava para o céu até o dia ir embora trazendo a noite
Menina olha as três Marias, não conte estrelas, criança...
Uma estrela cadente! Faça um pedido.
Estrela, colibri, viagem,
A criança pede viagem, descobertas e sensações
Ela cresce e continua com as suas descobertas e já o abraço materno se faz distante
Mas é possível sentir o calor do amor incondicional a cada vez que o medo chega
Aromas, sabores já passados estão vivos e invadem os corredores, salas e quarto.
Cheiro de pão caseiro, de mato, dos cabelos do pai.
Cheiro de terra molhada, da galinhada
Volto ao ponto de partida,
Os primeiros cadernos, as bonecas já encardidas e vem a saudade
Um profundo arrependimento de tudo o que não fiz, não disse
De tudo que fiz e disse,
A menina pediu para ser uma viajante errante,
O pedido foi atendido
Hoje a mulher pede para ser feliz, e percebe que a felicidade estava escondida na casa grande em frente ao jardim.
Lá estava o colibri, a menina sonhadora,
A mulher cultiva um novo jardim e nele planta todo o seu passado
Para colher o futuro
Volto ao ponto de partida
Céu nublado, mas a menina vê além
Começa novamente a decifrar os desenhos das nuvens
Segura a mulher pela mão e convida a esperar a noite,
A estrela cadente para um novo pedido,
O recomeço...
(“Agradeço por mais um ano de vida, só peço saúde e oportunidade de errar, acertar por mais algum tempo” Dia 07 de Dezembro- ouvindo minha canção favorita Ennio Morricone - Cinema Paradiso)
Dia nublado, fatigado do homem
A melancolia latente percorre os corredores
Enquanto a menina vai levando consigo o colibri
Volte criança, ou leva-me contigo
Volto a ponto de partida
A menina sentada frente ao jardim da casa grande
Sonha com o futuro, olha para o céu, sempre o céu...
Brinca com as imagens formadas nas nuvens e sonha com o amanhã
Um amanhã viajante, errante, rumo à felicidade trazida pelo colibri
Um tempo onde os braços maternos estavam ao alcance
Ela olhava para o céu até o dia ir embora trazendo a noite
Menina olha as três Marias, não conte estrelas, criança...
Uma estrela cadente! Faça um pedido.
Estrela, colibri, viagem,
A criança pede viagem, descobertas e sensações
Ela cresce e continua com as suas descobertas e já o abraço materno se faz distante
Mas é possível sentir o calor do amor incondicional a cada vez que o medo chega
Aromas, sabores já passados estão vivos e invadem os corredores, salas e quarto.
Cheiro de pão caseiro, de mato, dos cabelos do pai.
Cheiro de terra molhada, da galinhada
Volto ao ponto de partida,
Os primeiros cadernos, as bonecas já encardidas e vem a saudade
Um profundo arrependimento de tudo o que não fiz, não disse
De tudo que fiz e disse,
A menina pediu para ser uma viajante errante,
O pedido foi atendido
Hoje a mulher pede para ser feliz, e percebe que a felicidade estava escondida na casa grande em frente ao jardim.
Lá estava o colibri, a menina sonhadora,
A mulher cultiva um novo jardim e nele planta todo o seu passado
Para colher o futuro
Volto ao ponto de partida
Céu nublado, mas a menina vê além
Começa novamente a decifrar os desenhos das nuvens
Segura a mulher pela mão e convida a esperar a noite,
A estrela cadente para um novo pedido,
O recomeço...
(“Agradeço por mais um ano de vida, só peço saúde e oportunidade de errar, acertar por mais algum tempo” Dia 07 de Dezembro- ouvindo minha canção favorita Ennio Morricone - Cinema Paradiso)
Créditos: Foto de Sérgio Fernandes
Texto: Lu Port-aux
domingo, 11 de outubro de 2009
Por que as pessoas nos magoam?

Você já parou para pensar quantas vezes sofreu uma desilusão?Pode ser amorosa, ou de uma amizade, familiar, trabalho, etc.
Somos tomados por uma sensação de vazio, mágoa, tristeza e alguns casos até mesmo revolta.
Passamos por várias situações semelhantes durante a nossa vida e mesmo assim voltamos a nos decepcionar.
Há pessoas que ficam deprimidas e se isolam, criam uma barreira intransponível, outras choram, brigam, e esquecem tão rápido quanto caem nas garras de outra esparrela.
As mais generosas perdoam, neste caso existem várias possibilidades o futuro se encarregará do resto.
Há as que juram vingança, ficam obcecadas em acabar com o responsável pelo seu sofrimento e fica envenenada, ferida. Provavelmente sairá mais lesada que a sua vítima.
Outras sofrem baixinho com uma prece e deixa que o tempo se encarregue de tudo.
Confesso que já passei por cada uma dessas experiências citadas, e a menos dolorosa, a última.
Sabe aquele ditado manjado, nada como um dia após o outro?Comigo funcionou, daí você pode me perguntar: nunca mais ficou magoada com alguém ou alguma situação?
Claro que continuo sofrendo desse mal, por mais adulta, segura, e preparada eu esteja.
Provavelmente porque ainda não vejo o mundo cinzento, apesar de tanto balde de água fria.
Quem já não se doou para uma amizade, ou a um amor, um filho e recebeu uma traição ou indiferença, isso faz parte de nosso crescimento.
E por que isso acontece?
Somos tolos?
As pessoas são egoístas?
Sou um tremendo dedo podre?
Sou boa demais para esse mundo cruel?
Nenhuma das alternativas, a maior parte do somos alvo fácil para que isso ocorra. Uma vez em um filme nem me recordo o qual, a frase do vilão ficou gravada em minha memória: a vítima pede para ser enganada.
Como assim?
Carentes, ou crentes demais no próximo damos várias dicas do que queremos ouvir, nos deixamos enganar, enxergamos o que queremos ver.
Quando somos alertados do perigo por terceiros ignoramos ou até nos revoltamos com o invejoso, e seguimos cegos, rumo ao precipício.
Idealizamos o próximo e nossas relações, ou nos doamos completamente já com a certeza que a outra pessoa faria o mesmo conosco.
Claro que existem vigaristas que passam por cima, por maldade ou por alguma vantagem, mas também ocorre que a outra parte não faz nada de forma intencional, apenas não é como você a vê.
O que todos nós desejamos: amor, respeito e consideração, dar e receber. Mas já pensou quantas vezes magoou o outro.
A vida é assim um grande desafio, e não vivemos em uma ilha precisamos nos relacionar, então nos resta atenção, fazer um exercício diário de não esperar nada dos outros nem mesmo reconhecimento. Ficar desarmado para futuras relações, mas preservar-se acima de tudo.
Ah! Claro reservar uma caixa de lenços para a próxima.
Somos tomados por uma sensação de vazio, mágoa, tristeza e alguns casos até mesmo revolta.
Passamos por várias situações semelhantes durante a nossa vida e mesmo assim voltamos a nos decepcionar.
Há pessoas que ficam deprimidas e se isolam, criam uma barreira intransponível, outras choram, brigam, e esquecem tão rápido quanto caem nas garras de outra esparrela.
As mais generosas perdoam, neste caso existem várias possibilidades o futuro se encarregará do resto.
Há as que juram vingança, ficam obcecadas em acabar com o responsável pelo seu sofrimento e fica envenenada, ferida. Provavelmente sairá mais lesada que a sua vítima.
Outras sofrem baixinho com uma prece e deixa que o tempo se encarregue de tudo.
Confesso que já passei por cada uma dessas experiências citadas, e a menos dolorosa, a última.
Sabe aquele ditado manjado, nada como um dia após o outro?Comigo funcionou, daí você pode me perguntar: nunca mais ficou magoada com alguém ou alguma situação?
Claro que continuo sofrendo desse mal, por mais adulta, segura, e preparada eu esteja.
Provavelmente porque ainda não vejo o mundo cinzento, apesar de tanto balde de água fria.
Quem já não se doou para uma amizade, ou a um amor, um filho e recebeu uma traição ou indiferença, isso faz parte de nosso crescimento.
E por que isso acontece?
Somos tolos?
As pessoas são egoístas?
Sou um tremendo dedo podre?
Sou boa demais para esse mundo cruel?
Nenhuma das alternativas, a maior parte do somos alvo fácil para que isso ocorra. Uma vez em um filme nem me recordo o qual, a frase do vilão ficou gravada em minha memória: a vítima pede para ser enganada.
Como assim?
Carentes, ou crentes demais no próximo damos várias dicas do que queremos ouvir, nos deixamos enganar, enxergamos o que queremos ver.
Quando somos alertados do perigo por terceiros ignoramos ou até nos revoltamos com o invejoso, e seguimos cegos, rumo ao precipício.
Idealizamos o próximo e nossas relações, ou nos doamos completamente já com a certeza que a outra pessoa faria o mesmo conosco.
Claro que existem vigaristas que passam por cima, por maldade ou por alguma vantagem, mas também ocorre que a outra parte não faz nada de forma intencional, apenas não é como você a vê.
O que todos nós desejamos: amor, respeito e consideração, dar e receber. Mas já pensou quantas vezes magoou o outro.
A vida é assim um grande desafio, e não vivemos em uma ilha precisamos nos relacionar, então nos resta atenção, fazer um exercício diário de não esperar nada dos outros nem mesmo reconhecimento. Ficar desarmado para futuras relações, mas preservar-se acima de tudo.
Ah! Claro reservar uma caixa de lenços para a próxima.
sábado, 29 de agosto de 2009
Filha do vento, senhora da tempestade
Menina mulher, personagens se mesclam a uma única essência...Filha do vento, senhora da tempestade
Pimenta com fundo adocicado.
Doce apimentado.
Criança com medo de gente.
Bicho que adora gente,
Cigana errante...
Foges do que bela donzela?
Não é uma fuga. É minha sina.
Pertenço a todos os lugares.
A filha do vento segue a correnteza.
A senhora das tempestades abre caminho.
Destino inserto,
O mundo é como a saia rodada de uma cigana.
Circulo perfeito, volto ao ponto de partida.
Sou a mulher que carrega a menina no peito,
Personagens se mesclam a uma essência,
A vida!
phluciana Port-aux
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Viva aos realitys shows da Vida!!!
Viva aos realitys shows, que fazem a maioria do povo brasileiro esquecer-se da crise do senado.Impunidade; pedofilia; falta de merenda escolar; a nova gripe; o caos na saúde pública, celulares dentro das prisões; bandidos soltos; população presa em condomínios; organizações religiosas influenciando a política e a imprensa; a guerra pela audiência.Pessimismo crônico, latente. Não vamos pensar nos problemas, a vida de cada um e suas respectivas mazelas nos ferem profundamente, o melhor é anestesiar a nossa consciência, ruminar a tragédia alheia, torcer para o ganhador da vez do que lutar por um país mais justo para todos nós.
Lutar?Isso me faz lembrar de um vinil que meu pai ouvia, Raul Seixas, deixo aqui dois trechos:
(Eu não sou besta pra tirar onda de herói...
...Deus me livre, eu tenho medo,Morrer dependurado numa cruz.. )Só nos resta o circo, já que o pão não vem.
Viva as mães arrependidas; viva o ibope; viva ao carnaval; sol; e a nossa mulata inzoneira!(Ph luciana Port-aux)
quinta-feira, 4 de junho de 2009
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Cigana Arriba!

Menina!Acorda...
Menina!Acorda...
Espia... O dia já vem vindo,
Não enrola.
Inocência! Sorri e acredita,
Nasce um novo dia;
Atira o pijama de flanela,
Apanha o vestido de chita;
Corre...
O pão de sal e o leite com açúcar
Rosa já pôs a mesa.
Doçura!
Abre a janela,
O sol brilha pras bandas de Indaiá.
Debruça no beiral e sente,
Inspire o ar da cidade do sol...
Espia... O dia já vem vindo,
Não enrola.
Inocência! Sorri e acredita,
Nasce um novo dia;
Atira o pijama de flanela,
Apanha o vestido de chita;
Corre...
O pão de sal e o leite com açúcar
Rosa já pôs a mesa.
Doçura!
Abre a janela,
O sol brilha pras bandas de Indaiá.
Debruça no beiral e sente,
Inspire o ar da cidade do sol...
A Rosa pôs no fogo a panela.
Jura minha criança,
Ai! Cuida da flor
Vermelha do beiral,
Escolha um pardal,
Menina segure a vida.
Venha, aproveite o calor,
Inocência! Cresça!
Não tenhas medo.
Deixe o pardal voar,
O beija-flor vem lá com a esperança.
Ph Luciana Port-aux
Jura minha criança,
Ai! Cuida da flor
Vermelha do beiral,
Escolha um pardal,
Menina segure a vida.
Venha, aproveite o calor,
Inocência! Cresça!
Não tenhas medo.
Deixe o pardal voar,
O beija-flor vem lá com a esperança.
Ph Luciana Port-aux
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